Cafeicultura

Denominação

Curso de Tecnologia em Cafeicultura

Turno de funcionamento

Noturno

Número de vagas anuais

50

Duração

3 anos, perfazendo um total de 2.720 horas
Limite mínimo: 6 semestres
Limite máximo: 10 semestres

Dimensionamento das turmas

Turmas com no máximo 50 alunos

Regime de matrícula

Semestral

Mensalidades (2019)

2° período - R$ 723,00

4° período - R$ 723,00

6° período - R$ 723,00

Ato regulatório

Modalidade: Tecnológico em Cafeicultura. Reconhecimento de curso pelo MEC conforme Portaria nº 1035 de 23/12/2015, Data do Documento 23/12/2015

Coordenação

Prof. Marcela Tomaz Afonso Alves Oliveira

Formação: Possui graduação em Relações Internacionais pelo Centro Universitário de Brasília (2009), especialização em Direitos Humanos pela Universidade Católica de Brasília (2012) e MBA em Agronegócio pela Unicesumar (2017). Atualmente é professora do Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, líder de Grupo de Estudos e Pesquisa em Cafeicultura do Unicerp e desenvolve a função de Coordenadora do Curso de Cafeicultura do Centro Universitário do Cerrado Patrocínio. Tem experiência na área de cooperação internacional; comércio exterior e negociações; mercado nacional e internacional; atuando principalmente nos seguintes temas: agronegócio e desenvolvimento sustentável, certificação, comercialização e mercado de café.

 

Ano em que ingressou na instituição: 2015

Lattes: http://lattes.cnpq.br/0963625181028676

Sobre o Curso

Abrange o conjunto de todas as operações e transações envolvidas na produção de Café que vãos desde as operações nas propriedades rurais, até o processamento, distribuição e consumo do mesmo. O Tecnólogo em Cafeicultura exerce atividades relacionadas à produção, comercialização de produtos à base de café, incluindo o produto in natura, além da concepção, projeto e gestão de todos os setores dessa cadeia agroindustrial, dimensiona e administra frota de máquinas e implementos agrícolas, administra o sistema de produção agrícola utilizando conceitos de agricultura de precisão, visando a otimização do uso dos insumos agrícolas e a minimização dos efeitos advindos da produção agrícola no ambiente, administra unidades armazenadoras visando o pré-processamento e o processamento dos produtos dentre outras atividades.

Mercado de Trabalho

A profissão do Tecnólogo em Cafeicultura é regulamentada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), e o Curso de Cafeicultura do UNICERP é cadastrado no CREA-MG. O mercado de trabalho é bastante amplo e abrange inúmeras possibilidades de atuação profissional, podendo atuar na cadeia do agronegócio cafeeiro, trabalhando em grandes empresas e cooperativas ou acompanhando pequenos cafeicultores. Elaborar e executar projetos agrícolas compreendendo o cultivo, a produção, o armazenamento, o beneficiamento e a comercialização do café. Dominar os aspectos da produção cafeeira como espécies e variedades, exigências climáticas, manejo de mudas, condução da lavoura e colheita, infraestrutura de beneficiamento, além de aspectos fitossanitários da cultura do café. Fiscalizar, elaborar relatórios e pareceres sobre o controle de qualidade, classificação e certificação de cafés.

 

 

QUANTO GANHA UM TECNÓLOGO EM CAFEICULTURA?*

*Fonte: Trabalha Brasil 

Salários por porte de empresa e nível profissional

Porte da Empresa

Trainee

Júnior

Pleno

Sênior

Master

Pequena

R$ 2.132,44

R$ 2.665,55

R$ 3.331,94

R$ 4.164,93

R$ 5.206,16

Média

R$ 2.772,18

R$ 3.465,22

R$ 4.331,52

R$ 5.414,40

R$ 6.768,00

Grande

R$ 3.603,82

R$ 4.504,78

R$ 5.630,98

R$ 7.038,73

R$ 8.798,41

Formas de acesso ao curso

O acesso ao curso de Cafeicultura do UNICERP pode ser feito por uma das opções abaixo:

• Exame vestibular realizado anualmente;

• Pela nota do ENEM;

• Matrícula com isenção de processo seletivo (vestibular) para portadores de diploma de graduação (para vagas remanescentes);

• Matrículas decorrentes de transferências externas para alunos cursando Cafeicultura em outras IES (para vagas remanescentes);

• Matrícula decorrente de mudança de curso, para alunos já matriculados em outros cursos do UNICERP (para vagas remanescentes).

Estude em 2020

Mais informações

O UNICERP criou mecanismos de aproveitamento de conhecimentos, adquiridos pelo estudante, através de estudos e práticas independentes, presenciais e/ou a distância, a saber: monitorias e estágios; programas de iniciação científica; programas de extensão; estudos complementares e cursos realizados em outras áreas afins. Regulamentadas e institucionalizadas, as Atividades Complementares constituem-se em ações de ensino, pesquisa e extensão de caráter obrigatório a serem desenvolvidas pelo acadêmico no transcorrer do curso. Seus objetivos são os de flexibilizar o currículo do curso e propiciar aos seus acadêmicos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar.

Segundo o regulamento específico, as atividades complementares são classificadas nas modalidades de ensino, pesquisa, extensão, serviço comunitário ou representação estudantil. As atividades complementares deverão ser distribuídas e desenvolvidas ao longo de todo o curso de graduação.

De acordo com a matriz curricular do curso superior de Tecnologia em Cafeicultura, o aluno deverá cumprir 100 horas de atividades complementares para integralização da carga horária obrigatória.

 

Clique e acesse o Regulamento de Atividades Complementares 

As formas de avaliação são normatizadas pelo Regimento Interno e Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

REGIMENTO GERAL DO UNICERP - Aprovado em reunião do Conselho Universitário do Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - UNICERP, em reunião no dia 26 de dezembro de 2006.

 

CAPÍTULO VI

DO REGIME DE PROMOÇÃO

SEÇÃO I

DAS AVALIAÇÕES PARCIAIS

Art. 116 – A verificação do desempenho acadêmico será feita por disciplina, compreendendo a apuração do rendimento escolar e da assiduidade.

Art. 117 – O rendimento escolar será aferido através de avaliações parciais realizadas ao longo do semestre letivo e pelo exame final.

Parágrafo Único – As avaliações para aferimento do rendimento escolar, de acordo com a natureza da disciplina, poderão ser realizadas de múltiplas formas, processos e técnicas adequadas a cada situação, conforme normas a serem baixadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Art. 118 – Ao final de cada bimestre letivo será atribuído ao aluno uma nota resultante da somatória de pelo menos, duas formas de avaliação.

§ 1º Nas disciplinas com mais de duas aulas semanais deverão ser aplicadas pelo menos duas provas escritas e uma outra forma de avaliação.

§ 2º Será facultado, nas disciplinas com até 2 (duas) aulas semanais, ouvido o Colegiado de Curso, a aplicação de apenas uma prova escrita e outra forma de avaliação, para obtenção da nota bimestral.

§ 3º Ficarão a critério do Colegiado de Curso, aprovados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, a forma e o número de avaliações nas disciplinas ministradas nos estágios supervisionados.

Art. 119 – A forma e os critérios estabelecidos para obtenção das médias bimestrais de cada disciplina deverão constar dos planos de ensino aprovados pelo Colegiado de Curso, os quais deverão ser comunicados aos alunos no início do semestre letivo.

Parágrafo Único – Caberá ao professor da disciplina escolher a forma de avaliação e sua aplicação, bem como proceder ao respectivo julgamento.

Art. 120 – O resultado da avaliação bimestral será expresso em escala de (0) zero a (100) cem, sem casa decimal.

Art. 121 – É assegurado ao aluno o direito de requerer, via Protocolo, a revisão de provas escritas e gráficas, desde que devidamente fundamentada e no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da divulgação da nota pelo professor em sala de aula.

Parágrafo Único – O processo de revisão de prova e seus possíveis recursos serão regulamentados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Art. 122 – O aluno que deixar de comparecer à prova escrita, gráfica, oral ou de outra forma de avaliação pré-determinada, bem como ao exame final, deverá requerer segunda chamada junto ao Protocolo, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, justificando a ausência e apresentando documento comprobatório, se solicitado.

Parágrafo Único – Caberá ao Diretor de Ensino de Graduação, com base no parecer do professor da disciplina, o deferimento ou não do pedido.

Art. 123 – As notas bimestrais e a média resultante do exame final deverão ser encaminhadas ao setor competente nos prazos fixados pelo calendário escolar.

 

SEÇÃO II

DOS EXAMES FINAIS

Art. 124 – Será concedido exame final ao aluno que, com frequência mínima de 75 (setenta e cinco por cento) obtiver na disciplina, média inferior a 60 (sessenta) e igual ou superior a 40 (quarenta).

Art. 125 – Não haverá exame final nas disciplinas que envolvam conteúdos essencialmente práticos.

§ 1º Além dos estágios supervisionados, os Colegiados de Cursos poderão indicar outras disciplinas que, por sua natureza essencialmente prática, torna impossível ou inadequada a aplicação do exame final, a serem aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

§ 2º A nota mínima de aprovação, nestes casos, deverá ser igual ou superior a 60 sessenta.

 

SEÇÃO III

DA APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO

Art. 126 – Será considerado aprovado, em cada disciplina, sem exame final, o aluno que, cumprir a exigência de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência, obtiver média igual ou superior a 60 (sessenta), resultante da média aritmética das notas atribuídas nos bimestres, passando esta média a constituir sua nota final na disciplina.

Art. 127 – Será considerado aprovado, após o exame final, o aluno que obtiver média final 60 (sessenta), resultante da média aritmética entre a média semestral e a nota do exame final.

Art. 128 – Será considerado reprovado na disciplina o aluno que:

a) tiver média semestral inferior a 40 (quarenta);

b) tiver obtido média semestral inferior a 60 (sessenta), após a realização do exame final;

c) tiver frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento); que podem ser acessados nos links abaixo: [o arquivo está disponibilizado em pdf].

 

Regimento Interno e Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Clique nos títulos para download)

NORMAS GERAIS

1. RESOLUÇÃO Nº 05/2006 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios do Regime de Promoção, das Avaliações Parciais.

2. RESOLUÇÃO Nº 02/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios para revisão de prova

3. RESOLUÇÃO Nº 03/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe a respeito das atividades de Estágio dos Cursos de Licenciatura.

4. RESOLUÇÃO Nº 04/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios para aluno que perde trabalhos feitos em sala de aula.

O curso Tecnológico em Cafeicultura do UNICERP é um dos únicos no Brasil. É avaliado com nota 4, em conceito que mede do 1 ao 5. O índice é considerado excelente. A avaliação foi realizada pelo MEC em 2015. Foram avaliados in loco o corpo docente, a estrutura da instituição, como laboratórios e salas de aula, e o projeto pedagógico do curso.

Fale com o coordenador do curso, Prof.ª Marcela Tomaz Afonso Alves Oliveira
Telefone geral: (34) 3839.3737 – Ramal: 262
Secretaria da coordenação: (34) 3839.3710
E-mail: cafeicultura@unicerp.edu.br

Estágio curricular

O Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório tem como objetivo proporcionar ao aluno a realização de atividades práticas nas diferentes áreas de atuação do Tecnólogo em Cafeicultura, bem como contribuir para a solução de problemas específicos da área.

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TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)

O Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Cafeicultura do UNICERP fundamenta a ação pedagógica a ser desenvolvida junto aos discentes na exigência da produção, construção e socialização de conhecimentos, habilidades e competências, que permitam a sua inserção no cenário complexo do mundo contemporâneo. Nesse sentido, desde o início do curso, o processo de pesquisa é implementado no âmbito das várias disciplinas, culminando com a elaboração e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, constituindo-se em atividade acadêmica curricular do 5º e 6º períodos do curso, em disciplinas obrigatórias, denominadas Projetos em Cafeicultura I e Projetos em Cafeicultura II. O TCC pode ser resultante de uma proposta de pesquisa experimental, pesquisa de campo ou um relato de caso, nos vários eixos metodológicos.

O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC do Curso de Cafeicultura encontra-se regulamentado e institucionalizado.

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  • Comercialização e mercado de café
  • Práticas de manejo para a lavoura cafeeira
  • Pós-colheita e qualidade do café

Adama Brasil

Agrícola Aliança

Agrobeloni

Agrocerrado Produtos Agrícolas

Agrosolos agronomia e meio ambiente

Alto Cafezal

Biofértil fertilizantes organominerais

Coopa – Cooperativa Agropecuária de Patrocínio

Educampo Expocaccer / SEBRAE

Cruvinel e Cruvinel Consultorias

Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig

Cooperaiva dos Cafeicultores do Cerrado - Expocaccer

Federação dos Cafeicultores do Cerrado - Federaccer

Fundação e Desenvolvimento da Região do Cerrado Fundaccer

Kava assessoria em mercado de café

Montesa Agropecuária

Nativa Agronegócios

PC Comércio de café e armazéns gerais

Região do Cerrado Mineiro

Safrar análises agrícolas

Sagra Insumos Agropecuários

Savassi certificação e agronegócio

Secretaria Municipal de Agricultura

Secretaria Municipal de Meio Ambiente

Universidade Federal de Lavras

Valoriza Agronegócios

Viveiro Ouro Verde

Perfil

O Curso Superior de Tecnologia em Cafeicultura deverá formar profissional para atuar na cadeia do agronegócio cafeeiro. Elaborar e executar projetos agrícolas compreendendo o cultivo, a produção, o armazenamento, o beneficiamento e a comercialização do café. Dominar os aspectos da produção cafeeira como espécies e variedades, exigências climáticas, manejo de mudas, condução da lavoura e colheita, infraestrutura de beneficiamento, além de aspectos fitossanitários da cultura do café. Atuar na fiscalização, elaboração de relatórios e pareceres sobre o controle de qualidade, classificação e certificação de cafés.

Para ser um tecnólogo em cafeicultura é necessário que o profissional se interesse pelas ciências da terra, e principalmente, pelo processo produtivo do café, desde sua plantação, até o consumidor final. Outras características desejáveis são: responsabilidade; dinamismo; capacidade de observação; capacidade de organização; competência de liderança; fácil entendimento de processos; raciocínio rápido; metodologia; capacidade de entendimento de processos naturais.

 

Finalidade

Planejar, implementar, acompanhar e gerenciar todo o processo produtivo cafeeiro coordenar o cumprimento das condições naturais do café, bem como climatização, umidade e etc., garantindo assim a qualidade dos grãos realizar controle de qualidade dos produtos e análises laboratoriais gerenciar a logística da produção, como a estocagem, embalagem, agregação de valor, etc. gerenciar a utilização dos equipamentos, das técnicas e do maquinário estudar e trabalhar no desenvolvimento de novas tecnologias na área e de técnicas de conservação e embalagem acompanhar o processo de comercialização do café elaborar projetos de redução de custos e maximização da margem de lucro.

 

Objetivos

Esse profissional trabalha no gerenciamento do processo produtivo do café, portanto, pode atuar em grandes empresas e cooperativas, em fazendas produtoras, acompanhando pequenos ou grandes cafeicultores, etc. Também pode atuar na área de pesquisas tecnológicas, em grupos multidisciplinares, prestando consultoria e na indústria de produção de maquinário.

O curso objetiva proporcionar a inclusão social de pessoas por meio da profissionalização de nível superior, que atenda expectativas do mercado de trabalho da região e a nível nacional e na formação de profissionais de nível superior na área de cafeicultura capazes de:

- Auxiliar na elaboração, na avaliação, orientação e execução de projetos nas áreas de planejamento, implantação de culturas, produção, colheita, pós-colheita, benefício, rebenefício, armazenamento e comercialização no agronegócio café;

- Atuar como consultor para grandes fazendas ou agricultores familiares, em cooperativas, associações e outras instituições ligadas à cafeicultura;

- Habilitar, reciclar e/ou especializar profissionais que já estão atuando no mercado de trabalho.

*Clique no título do trabalho para acessar em PDF

BRAGANÇA, Clênio Pereira. AVALIAÇÃO DO PEGAMENTO DA FLORADA EM DIFERENTES CULTIVARES DE CAFEEIRO PATROCÍNIO. 2017. 22 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

CUNHA, Lucas Afonso Ferreira da. AVALIAÇÃO E PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA LAVOURA DE CAFÉ EM UMA PROPRIEDADE NO CERRADO MINEIRO. 2017. 33 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

MATOS, Juraci Ferreira. EFEITOS DA LEVEDURA NA QUALIDADE DE BEBIDA DO CAFÉ – UMA ANÁLISE EM PROPRIEDADE DA REGIÃO DO CERRADO MINEIRO. 2017. 24 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

PENA, Karen Cristina Silva. AVALIAÇÃO DA MATURAÇÃO E QUALIDADE DE BEBIDA DO CAFEEIRO COM E SEM O USO DE ETEFOM. 2017. 25 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

RABELO, Letícia Abadia. COMERCIALIZAÇÃO DOS CAFÉS ESPECIAIS PRODUZIDO NA REGIÃO DO CERRADO MINEIRO. 2017. 28 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

RODRIGUES, Warley Abadio. FITOTOXICIDEZ DE CHLORIMURON-ETHYL EM MUDAS DE CAFEEIRO ASSOCIADO OU NÃO A AMINOÁCIDOS. 2017. 25 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

SANTOS, Greice Gonçalves. CARACTERIZAÇÃO DOS ACESSOS DO BANCO ATIVO DE GERMOPLASMA DO CAMPO EXPERIMENTAL DE PATROCÍNIO- EPAMIG. 2017. 26 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

SILVA, Italo Henrique Pereira. INFLUÊNCIA DO ETHEPHON NA QUALIDADE DE BEBIDA E ASPECTO DO CAFÉ ARÁBICA EM DIFERENTES MICRORREGIÕES DO CERRADO MINEIRO. 2017. 26 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

SILVA, Vinicius Silvano Botelho. AVALIAÇÃO DO NIVEL DE DESFOLHA PROVOCADA PELA APLICAÇÃO DE ETEFOM NO CAFEEIRO. 2017. 29 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - Unicerp, Patrocínio/MG, 2017.

*Clique no título do trabalho para acessar em PDF

ALVES JUNIOR, Wellington Antônio. POTENCIALIZADORES DO SABOR E AROMA DO CAFÉ ARÁBICA. 2018. 24 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

ARAÚJO, Guilherme Augusto de Freitas. NOVOS PROCESSOS DE FERMENTAÇÃO PARA POTENCIALIZAR O PERFIL SENSORIAL DOS CAFÉS OBTIDOS NO MUNICÍPIO DE COROMANDEL, MG. 2018. 33 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

BONIFÁCIO, Denisy Cleicy Lopes. ANÁLISE SENSORIAL DE CAFÉ DE FRUTOS AMARELOS E VERMELHOS PRODUZIDOS NA REGIÃO DO CERRADO MINEIRO. 2018. 24 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

CAIXÊTA, Angélica de Souza. ANÁLISE DE CUSTO DE UMA LAVOURA CAFEEIRA NA REGIÃO DE BURITIZEIRO/MG. 2018. 35 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

JESUS, Otávio Augusto de. QUALIDADE SENSORIAL DOS CAFÉS FINALISTAS DO VI PRÊMIO REGIÃO DO CERRADO MINEIRO. 2018. 31 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

MARTINS, Bruno Vinicius Lopes de Almeida. ARMAZENAMENTO E LIMPEZA DE BIG-BAG DE CAFÉ. 2018. 24 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

OLIVEIRA, Gabriel Adriane de. POTENCIAL SENSORIAL DE GENÓTIPOS MODERNOS DE CAFÉ ARÁBICA SUBMETIDOS A NOVOS PROCESSAMENTOS. 2018. 21 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

PAULA, Naihara Uniai de. INOVAÇÃO NA ADUBAÇÃO DO CAFEEIRO: ESTUDO COMPARATIVO DA ADUBAÇÃO CONVENCIONAL E ORGANOMINERAL SOBRE OS TEORES FOLIARES DE MACRONUTRIENTES. 2018. 27 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

RAMOS, Igor Henrique Lopes. INTERFERÊNCIA DA TORRA NA QUALIDADE SENSORIAL DA BEBIDA EM CULTIVARES DE FRUTOS VERMELHO E AMARELO. 2018. 27 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

SILVA, Beatriz Rabelo da. ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DE APLICAÇÃO NO CONTROLE DA BROCA DO CAFÉ. 2018. 27 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

SILVA, Matheus Henrique. USO DE BIOESTIMULANTE NO DESENVOLVIMENTO DO CAFEEIRO. 2018. 33 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

SILVEIRA, Thaisa Abadia Rezende. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE FUNGICIDAS, NO CONTROLE DE DOENÇAS QUE AFETAM A FLORADA DO CAFEEIRO. 2018. 29 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

TEODORO, Rafaela Pinheiro. DIAGNÓSTICO DA ADOÇÃO DE TECNOLOGIA EM PÓS-COLHEITA E QUALIDADE DO CAFÉ EM PROPRIEDADE CAFEEIRA NO MUNICÍPIO DE PATROCÍNIO, MG. 2018. 24 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.

VIEIRA, Higor Aparecido de Souza. QUALIDADE DA BEBIDA DO CAFÉ EM FUNÇÃO DE CULTIVARES E MÉTODOS DE SECAGEM PÓS-COLHEITA. 2018. 29 f. TCC (Graduação) - Curso de Cafeicultura, Centro Universitário do Cerrado Patrocínio, Patrocínio/MG, 2018.