Design de Interiores

Denominação

Curso Tecnologia em Design de Interiores

Turno de funcionamento

Noturno

Número de vagas anuais

50

Duração

2,5 anos, perfazendo um total de 2.140 horas

Limite Mínimo: 05 semestres

Limite Máximo: 07 semestres

Dimensionamento das turmas

Turmas com no máximo 50 alunos

Regime de matrícula

Semestral

Mensalidades (2018)

2º período - R$ 745,00

 

Ato regulatório

Modalidade: Tecnológico em Design de Interiores. Autorização de curso pelo MEC conforme Resolução nº 03/2006, Data de Publicação 26/06/2006

Coordenação

Prof.ª Michelle Ramos Bernardes Dias Martins

Formação: Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Uberlândia (2007). Especialização no Curso de Engenharia Civil - Edificações, pelo Programa de Mobilização de Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp – em parceria com a Petrobrás) na FEM-Unicamp (Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas – Campinas/SP. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Projeto de Arquitetura e Urbanismo.

Ano em que ingressou na instituição: 2009

Lattes: http://lattes.cnpq.br/6363673992013662

Sobre o curso

O design de interiores é a técnica cenográfica, visual e arquitetônica de composição e decoração de ambientes internos. Associa a arte e a pratica para planejar arranjos espaciais, escolhendo e combinando os diversos elementos de um ambiente, estabelecendo relações estéticas e funcionais do ambiente em questão.

Criam os ambientes utilizando e combinando cores, materiais, texturas e dispondo moveis e acessórios. Estudam e detalham a área a ser criada ou reformulada, analisando o perfil do cliente, espaço em que será inserido, entorno, para assim elaborarem o projeto e montarem orçamentos e cronogramas a serem realizados em obra.

Mercado de trabalho

A área de atuação do profissional em Design de Interiores é bem ampla, podendo atuar como pesquisador e professor em Instituições de Ensino Superior, empresas prestadoras de serviços, como mobiliário planejado e lojas de materiais de acabamento, em escritórios de design e na produção de mobiliário. Podem atuar de forma autônoma, em empresas próprias ou prestando consultorias.

QUANTO GANHA UM DESIGNER DE INTERIORES ?*

*Fonte: Educa Mais Brasil

Salário médio

R$ 1.548,32

Trainee/Júnior

R$ 1.474,17 a R$ 2.441,23

Pleno

R$ 1.949,60 a R$ 2.807,42

Sênior/Master

R$ 2.242,04 a R$ 3.228,53

Formas de acesso ao curso

O acesso ao curso de Design de Interiores do UNICERP pode ser feito por uma das opções abaixo:

• Exame vestibular realizado anualmente;

• Pela nota do ENEM;

• Matrícula com isenção de processo seletivo (vestibular) para portadores de diploma de graduação (para vagas remanescentes);

• Matrículas decorrentes de transferências externas para alunos cursando Design de Interiores em outras IES (para vagas remanescentes);

• Matrícula decorrente de mudança de curso, para alunos já matriculados em outros cursos do UNICERP (para vagas remanescentes).

Mais informações

Entende-se como Atividade Complementar toda e qualquer atividade, não compreendida nas atividades regulares previstas nos componentes curriculares, obrigatórios ou optativos, da Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores, desde que adequada à formação acadêmica e ao aprimoramento pessoal e profissional do discente. Dessa forma, as Atividades Complementares não se confundem com as disciplinas do Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores.

As Atividades Complementares promovidas pelo UNICERP distribuem-se em quatro grupos:

- Atividades vinculadas ao ensino;

- Atividades vinculadas a pesquisa;

- Atividades vinculadas extensão;

- Atividades vinculadas a serviço comunitário;

- Atividades vinculadas à representação estudantil.

 

Clique e acesse o regimento de Atividades Complementares 

As formas de avaliação são normatizadas pelo Regimento Interno e Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

REGIMENTO GERAL DO UNICERP - Aprovado em reunião do Conselho Universitário do Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - UNICERP, em reunião no dia 26 de dezembro de 2006.

 

CAPÍTULO VI

DO REGIME DE PROMOÇÃO

SEÇÃO I

DAS AVALIAÇÕES PARCIAIS

Art. 116 – A verificação do desempenho acadêmico será feita por disciplina, compreendendo a apuração do rendimento escolar e da assiduidade.

Art. 117 – O rendimento escolar será aferido através de avaliações parciais realizadas ao longo do semestre letivo e pelo exame final.

Parágrafo Único – As avaliações para aferimento do rendimento escolar, de acordo com a natureza da disciplina, poderão ser realizadas de múltiplas formas, processos e técnicas adequadas a cada situação, conforme normas a serem baixadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Art. 118 – Ao final de cada bimestre letivo será atribuído ao aluno uma nota resultante da somatória de pelo menos, duas formas de avaliação.

§ 1º Nas disciplinas com mais de duas aulas semanais deverão ser aplicadas pelo menos duas provas escritas e uma outra forma de avaliação.

§ 2º Será facultado, nas disciplinas com até 2 (duas) aulas semanais, ouvido o Colegiado de Curso, a aplicação de apenas uma prova escrita e outra forma de avaliação, para obtenção da nota bimestral.

§ 3º Ficarão a critério do Colegiado de Curso, aprovados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, a forma e o número de avaliações nas disciplinas ministradas nos estágios supervisionados.

Art. 119 – A forma e os critérios estabelecidos para obtenção das médias bimestrais de cada disciplina deverão constar dos planos de ensino aprovados pelo Colegiado de Curso, os quais deverão ser comunicados aos alunos no início do semestre letivo.

Parágrafo Único – Caberá ao professor da disciplina escolher a forma de avaliação e sua aplicação, bem como proceder ao respectivo julgamento.

Art. 120 – O resultado da avaliação bimestral será expresso em escala de (0) zero a (100) cem, sem casa decimal.

Art. 121 – É assegurado ao aluno o direito de requerer, via Protocolo, a revisão de provas escritas e gráficas, desde que devidamente fundamentada e no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da divulgação da nota pelo professor em sala de aula.

Parágrafo Único – O processo de revisão de prova e seus possíveis recursos serão regulamentados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Art. 122 – O aluno que deixar de comparecer à prova escrita, gráfica, oral ou de outra forma de avaliação pré-determinada, bem como ao exame final, deverá requerer segunda chamada junto ao Protocolo, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, justificando a ausência e apresentando documento comprobatório, se solicitado.

Parágrafo Único – Caberá ao Diretor de Ensino de Graduação, com base no parecer do professor da disciplina, o deferimento ou não do pedido.

Art. 123 – As notas bimestrais e a média resultante do exame final deverão ser encaminhadas ao setor competente nos prazos fixados pelo calendário escolar.

 

SEÇÃO II

DOS EXAMES FINAIS

Art. 124 – Será concedido exame final ao aluno que, com frequência mínima de 75 (setenta e cinco por cento) obtiver na disciplina, média inferior a 60 (sessenta) e igual ou superior a 40 (quarenta).

Art. 125 – Não haverá exame final nas disciplinas que envolvam conteúdos essencialmente práticos.

§ 1º Além dos estágios supervisionados, os Colegiados de Cursos poderão indicar outras disciplinas que, por sua natureza essencialmente prática, torna impossível ou inadequada a aplicação do exame final, a serem aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

§ 2º A nota mínima de aprovação, nestes casos, deverá ser igual ou superior a 60 sessenta.

 

SEÇÃO III

DA APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO

Art. 126 – Será considerado aprovado, em cada disciplina, sem exame final, o aluno que, cumprir a exigência de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência, obtiver média igual ou superior a 60 (sessenta), resultante da média aritmética das notas atribuídas nos bimestres, passando esta média a constituir sua nota final na disciplina.

Art. 127 – Será considerado aprovado, após o exame final, o aluno que obtiver média final 60 (sessenta), resultante da média aritmética entre a média semestral e a nota do exame final.

Art. 128 – Será considerado reprovado na disciplina o aluno que:

a) tiver média semestral inferior a 40 (quarenta);

b) tiver obtido média semestral inferior a 60 (sessenta), após a realização do exame final;

c) tiver frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento); que podem ser acessados nos links abaixo: [o arquivo está disponibilizado em pdf].

 

Regimento Interno e Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Clique nos títulos para download)

NORMAS GERAIS

1. RESOLUÇÃO Nº 05/2006 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios do Regime de Promoção, das Avaliações Parciais.

2. RESOLUÇÃO Nº 02/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios para revisão de prova

3. RESOLUÇÃO Nº 03/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe a respeito das atividades de Estágio dos Cursos de Licenciatura.

4. RESOLUÇÃO Nº 04/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios para aluno que perde trabalhos feitos em sala de aula.

O curso Tecnológico em Design de Interiores do UNICERP tem conceito 3, em nota que vai de 1 a 5. A avaliação é realizada in loco pelo MEC, através de avaliadores indicados pelo próprio Ministério da Educação. O relevante desempenho do curso se dá graças ao corpo docente qualificado, à boa infraestrutura e ao projeto pedagógico desenvolvido.

Fale com o coordenador do curso, Profa. Michelle Ramos Bernardes Dias Martins

Telefone geral: (34) 3839.3737 – Ramal: 270

Secretaria da coordenação: (34) 3839.3710

E-mail: design@unicerp.edu.br

Estágio curricular

A finalidade do Estágio Supervisionado é proporcionar ao aluno formação prática, através do desenvolvimento das competências e habilidades necessárias à atuação profissional. O Estágio Supervisionado deve proporcionar ao aluno a participação em situações reais de vida e trabalho, vinculadas à sua área de formação.

Os Estágios Supervisionados serão realizados nos 4º e 5º semestres do Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores do UNICERP, e incluem o desenvolvimento integrado das competências e habilidades que definem todo o campo de atuação profissional, num total de 120 horas.

O programa de estágio será planejado e executado em conformidade com as normas, o cronograma e os procedimentos específicos oferecidos pelo Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores do UNICERP, em parceria com estabelecimentos conveniados. As atividades referentes aos estágios ficam a critério do profissional responsável pelo estabelecimento.

Os estágios deverão ser acompanhados indiretamente pelo coordenador de estágio. O aluno, sob a supervisão do profissional responsável, deverá preencher um relatório constando as atividades realizadas durante o período de estágio, a ser analisado e avaliado pelo coordenador.

Clique aqui e acesse o arquivo

 

TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)

O Colegiado do Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores do UNICERP instituiu o Trabalho de Conclusão de Curso como requisito necessário para a obtenção do grau de tecnólogo em Design de Interiores. O TCC do Curso Superior de Tecnologia em Design de Interiores do UNICERP tem norma específica, elaborada e aprovada pelo Colegiado do Curso.

Clique aqui e acesse o arquivo

  • Teoria e Crítica do Design de Interiores

  • Projeto e Representação – concepção e desenvolvimento de projetos

  • Tecnologia – conhecimento das características e comportamento dos materiais, equipamentos, sistemas e princípios construtivos, normas e parâmetros relacionados aos ambientes e seus componentes, aplicação de técnicas e conceitos de desenvolvimento sustentável, e execução de projetos

Perfil

O profissional tecnólogo em Design de Interiores formado pelo UNICERP terá o seguinte perfil e características:

- Ser capaz de desenvolver propostas de intervenção para as diversas necessidades funcionais e estéticas do homem, relacionadas aos interiores de edificações.

- Ter conhecimento para propor alternativas inovadoras, através de processos de criação e domínio de técnicas, buscando levar para a prática os conhecimentos assimilados em sua formação acadêmica;

- Ser capaz de se relacionar e trabalhar em equipes interdisciplinares, interagindo com os demais profissionais que se façam necessários;

- Possuir conhecimento especializado e continuamente atualizado, através da pesquisa e busca de inovações e tecnologia;

- Possuir sensibilidade estética;

- Pensar criticamente, propor soluções criativas e ter iniciativa;

- Ser comunicativo e ter domínio das nomenclaturas e linguagem técnicas;

- Ter consciência de sua responsabilidade social enquanto indivíduo e profissional;

- Ter consciência ambiental e buscar implementá-la ao longo de sua atuação profissional, colocando em prática os conceitos de sustentabilidade e ecodesign;

- Ser um profissional com visão abrangente do mercado de Design de Interiores, atuando de forma dinâmica e estratégica no setor, considerando as questões sociais, culturais e econômicas;

- Ter um perfil empreendedor com capacidade de negociação e habilidade de solucionar problemas inerentes à profissão, além de estar apto a elaborar planos de negócios que permitam a prospecção de novos clientes e administrar seu próprio escritório.

- Conhecer os princípios da ética, atuando segundo estes em suas relações com clientes, fornecedores e outros profissionais.

 

Objetivos

Objetivos gerais

- Refletir continuamente sobre a responsabilidade social do profissional formado em nível superior;

- Habilitar os discentes a se inserirem no mercado de trabalho, através do emprego dos conhecimentos técnicos teóricos- práticos adquiridos ao longo do curso;

- Promover a interação entre o ensino e a extensão com ações que se iniciam dentro da sala de aula, contribuindo para a formação de um aluno dinâmico e atuante;

- Estimular a interdisciplinaridade como forma de integrar e dinamizar atividades e abordagens das disciplinas, aumentando o interesse e o compromisso dos alunos com o conhecimento;

- Cultivar no aluno a capacidade de perceber criticamente seu contexto de atuação, e de agir como agente transformador da realidade.

 

Objetivos específicos

- Formar profissionais na área de Design de Interiores aptos a exercerem a profissão como autônomos ou empregados, em instituições públicas ou privadas, na concepção de projetos de interiores, assim como no acompanhamento de sua execução;

- Capacitar o profissional para o exercício de atividades referentes ao Design de Interiores: ambientação de espaços internos e externos, desenhos de objetos, móveis e artefatos, estudos de layout, montagens de ambientes para exposições, feiras e vitrines, maquetes, projetos de revestimento, perspectivas e imagens virtuais;

- Preparar o discente para trabalhar em equipes multiprofissionais, tendo a capacidade de planejar, avaliar e coordenar as atividades na área de Design de Interiores;

- Promover a extensão através de uma formação voltada para a pesquisa de temas que possam ser relevantes para o design contemporâneo, assim como práticas comunitárias que envolvam a readequação do espaço interno, visando a acessibilidade e o conforto;

- Possibilitar um contato inicial dos futuros profissionais com o mercado local, através da realização de estágios na área de formação;           

- Colaborar com a formação de profissionais que venham a suprir a demanda de mercado em Patrocínio e região.