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Café com o Unicerp aborda projetos de mobilidade urbana

O programa Show da Manhã, da Rádio Difusora 95,3FM, recebeu mais uma edição do Café com o Unicerp. No dia 24, estiveram presentes a professora Michelle Bernardes, coordenadora de Arquitetura e Urbanismo do UNICERP, e o aluno do curso Marcelo Miranda.

Os estudantes do curso de Arquitetura e Urbanismo desenvolvem estudos de projetos que possam beneficiar a população. São pensados diversos aspectos, a infraestrutura urbana, acessibilidade e mobilidade, o bem-estar e a relevância dos empreendimentos.

Dentro dessa proposta, os alunos do 9º período Marcelo Miranda e Gustavo Franklin criaram um projeto para a implantação de um parque municipal museu ferroviário, pensando inclusive no rebaixamento da linha férrea nos entroncamentos da Avenida Rui Barbosa com Rua Presidente Vargas, na cidade de Patrocínio/MG. Os universitários foram orientados pelos professores Leandro Andrade e José Guilherme.

O projeto

Com a expansão da área urbana surgiu a necessidade de se criar um elevado que permitisse o fluxo de veículos e pedestres sob a linha férrea. Logo, na década de 70 foi construído o viaduto atual sem levar em consideração nenhum estilo arquitetônico e sequer o impacto visual causado às edificações vizinhas.

A demanda por parques e locais associados à prática esportiva e lazer vem ao encontro da proposta de trazer o perfil da Av. Rui Barbosa ao que antes existia através da retirada do elevado e criação da trincheira e novas pontes visando a melhoria da qualidade de vida da população. Como consequência de tal empreendimento, não só o entorno seria beneficiado através da reestruturação da praça/parque, mas toda a cidade, agregando valores estéticos como também outros parâmetros urbanísticos que dizem respeito a melhoria do trânsito, lazer e saúde.

Diversos modais de transporte podem ser utilizados para a população usufruir do parque e são exemplificados através do transporte público urbano (ônibus), veículos particulares automotores, bicicletas e também pelos pedestres e pessoas com necessidades especiais.

A preocupação com a acessibilidade e mobilidade urbana torna-se fundamental para o projeto atrair a população para o local hoje degradado e dessa forma exercer uma influência em toda a cidade.

O projeto também contemplou a infraestrutura, como o abastecimento de água, drenagem e pavimentação, coleta de resíduos, energia elétrica, iluminação, arborização, etc.

O ambiente propiciaria a prática esportiva e as atividades de lazer da comunidade dos bairros no entorno e da população em geral.

“O projeto engloba a parte da saúde, do esporte, pistas de caminhada, complexos esportivos, sanitários, a parte de arborização que mantém todas as árvores plantadas e as que ainda vão ser plantadas, estacionamento e principalmente na questão de acessibilidade, que é primordial”, detalha Miranda.  

Segundo a coordenadora, o curso de Arquitetura e Urbanismo “chegou para apresentar soluções para problemas arquitetônicos e urbanísticos da cidade. É importante que se tenha planejamento para alcançar bons resultados. Os alunos têm a oportunidade de desenvolver diversos projetos focados na cidade e, com o apoio dos professores, terem capacidade de elaborar soluções para os problemas. Com isso, os acadêmicos se formam com uma ampla experiência na área”.