Nutrição

Denominação

Curso de Nutrição

Turno de funcionamento

Noturno

Número de vagas anuais

40

Duração

4 anos, perfazendo um total de 3.680 horas.

Limite Mínimo: 08 semestres

Limite Máximo: 14 semestres

Dimensionamento das turmas

Turmas com no máximo 40 alunos

Regime de matrícula

Semestral

Mensalidades (2019)

2º período - R$ 1.037,00

4º período - R$ 1.037,00

6º período - R$ 1.037,00

8º período - R$ 1.037,00

Ato regulatório

Modalidade: Bacharelado em Nutrição. Reconhecimento pelo MEC conforme Portaria nº 1341 de 15/12/2017, Data da Publicação 18/12/2017

Coordenação

Prof.ª Daniela Aparecida Ferreira Conrado

Formação: Nutricionista, graduada pela Universidade de Uberaba e Especialista em Nutrição Humana e Saúde pela Universidade Federal de Lavras/MG. Docente e Supervisora de Estágio do Centro Universitário do Cerrado Patrocínio. Responsável Técnica pela UAN da Empresa Nutrir Bem indústria de Alimentos. Tem experiência profissional nas áreas de Alimentação Escolar, Nutrição em UANS, Consultoria e Clínica.

Ano em que ingressou na instituição: 2009

Lattes: http://lattes.cnpq.br/3380378692575033

Sobre o curso

É a ciência que investiga e controla a relação do homem com o alimento para preservar a saúde humana. O nutricionista planeja, administra e coordena programas de alimentação e nutrição em empresas, escolas, hospitais, hotéis, restaurantes comerciais, spas e asilos, entre outros locais. Ele define o cardápio das refeições, sugerindo pratos que supram as necessidades nutricionais de clientes, pacientes ou hóspedes. Orienta e prescreve dietas individuais ou de grupo, para diabéticos, hipertensos, obesos, pacientes de doenças renais, hepáticas ou qualquer outra cujo tratamento exija acompanhamento alimentar específico. Para garantir a qualidade do que vai ser consumido, seleciona os fornecedores, controla matérias-primas e supervisiona a preparação dos alimentos.

A maioria das disciplinas do currículo básico é da área médica, como fisiologia, anatomia e bioquímica. Mas boa parte do curso é dirigida à formação profissional, com aulas teóricas e práticas sobre qualidade nutricional dos alimentos, educação e higiene alimentar e avaliação nutricional. Nas aulas práticas, o aluno aprende técnicas de preparo e conservação dos alimentos e investiga as transformações que eles sofrem. As disciplinas de patologia, farmacologia, dietoterapia e microbiologia dos alimentos complementam a formação profissional. O estágio é obrigatório, assim como o trabalho de conclusão de curso.

Mercado de trabalho:

Comer fora de casa já é algo comum para 51% da população brasileira, segundo pesquisa da GFK, empresa especializada em pesquisas de mercado. O nutricionista é contratado para fazer o cardápio a ser servido, calcular as calorias dos pratos, decidir os melhores ingredientes a ser usados, treinar a equipe que prepara a comida de acordo com as normas de higiene e conservação do alimento e, ainda, para analisar a qualidade do que é servido. Também há considerável oferta de vagas no segmento de alimentação coletiva, que abrange alimentação institucional (restaurante industrial), empresas de vale-refeição (em que o profissional é responsável, por exemplo, pelo credenciamento e descredenciamento dos estabelecimentos que aceitam o tíquete como forma de pagamento) e de cestas de alimentos (em que uma das funções do nutricionista é fazer o cálculo nutricional dos itens que compõem as cestas). ONGs procuram o nutricionista para atuar em programas de combate à desnutrição e à fome. O governo federal costuma contratar esse profissional para integrar as equipes de programas sociais como o Alimentação do Trabalhador e o Programa Nacional de Alimentação Escolar. A área clínica, porém, ainda é o principal empregador do nutricionista.

 

QUANTO GANHA UM NUTRICIONISTA?*

*Fonte: Educa Mais Brasil

Salário médio

R$ 2.439,47

Trainee/Júnior

R$ 1.467,62 a R$ 3.163,72

Pleno

R$2.340,03 a R$ 3.954,65

Sênior/Master

R$ 2.925,04 a R$ 6.179,14

Formas de acesso ao curso

O acesso ao curso de Nutrição do UNICERP pode ser feito por uma das opções abaixo:

• Exame vestibular realizado anualmente;

• Pela nota do ENEM;

• Matrícula com isenção de processo seletivo (vestibular) para portadores de diploma de graduação (para vagas remanescentes);

• Matrículas decorrentes de transferências externas para alunos cursando Nutrição em outras IES (para vagas remanescentes);

• Matrícula decorrente de mudança de curso, para alunos já matriculados em outros cursos do UNICERP (para vagas remanescentes).

Estude em 2020

Mais informações

Entende-se por Atividades Complementares aquelas realizadas pelo aluno do curso de Nutrição, promovidas pelo UNICERP ou qualquer outra instituição devidamente credenciada e relacionadas com os conteúdos ministrados durante o desenvolvimento do curso, sendo relacionadas a seguir:

I. Atividades vinculadas ao ensino;

II. Atividades vinculadas à pesquisa;

III. Atividades vinculadas à extensão;

IV. Atividades vinculadas ao serviço comunitário;

V. Atividades vinculadas à representação estudantil.

Clique e acesse o regimento de Atividades Complementares

As formas de avaliação são normatizadas pelo Regimento Interno e Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

REGIMENTO GERAL DO UNICERP - Aprovado em reunião do Conselho Universitário do Centro Universitário do Cerrado Patrocínio - UNICERP, em reunião no dia 26 de dezembro de 2006.

 

CAPÍTULO VI

DO REGIME DE PROMOÇÃO

SEÇÃO I

DAS AVALIAÇÕES PARCIAIS

Art. 116 – A verificação do desempenho acadêmico será feita por disciplina, compreendendo a apuração do rendimento escolar e da assiduidade.

Art. 117 – O rendimento escolar será aferido através de avaliações parciais realizadas ao longo do semestre letivo e pelo exame final.

Parágrafo Único – As avaliações para aferimento do rendimento escolar, de acordo com a natureza da disciplina, poderão ser realizadas de múltiplas formas, processos e técnicas adequadas a cada situação, conforme normas a serem baixadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Art. 118 – Ao final de cada bimestre letivo será atribuído ao aluno uma nota resultante da somatória de pelo menos, duas formas de avaliação.

§ 1º Nas disciplinas com mais de duas aulas semanais deverão ser aplicadas pelo menos duas provas escritas e uma outra forma de avaliação.

§ 2º Será facultado, nas disciplinas com até 2 (duas) aulas semanais, ouvido o Colegiado de Curso, a aplicação de apenas uma prova escrita e outra forma de avaliação, para obtenção da nota bimestral.

§ 3º Ficarão a critério do Colegiado de Curso, aprovados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, a forma e o número de avaliações nas disciplinas ministradas nos estágios supervisionados.

Art. 119 – A forma e os critérios estabelecidos para obtenção das médias bimestrais de cada disciplina deverão constar dos planos de ensino aprovados pelo Colegiado de Curso, os quais deverão ser comunicados aos alunos no início do semestre letivo.

Parágrafo Único – Caberá ao professor da disciplina escolher a forma de avaliação e sua aplicação, bem como proceder ao respectivo julgamento.

Art. 120 – O resultado da avaliação bimestral será expresso em escala de (0) zero a (100) cem, sem casa decimal.

Art. 121 – É assegurado ao aluno o direito de requerer, via Protocolo, a revisão de provas escritas e gráficas, desde que devidamente fundamentada e no prazo de 48 (quarenta e oito) horas a contar da divulgação da nota pelo professor em sala de aula.

Parágrafo Único – O processo de revisão de prova e seus possíveis recursos serão regulamentados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Art. 122 – O aluno que deixar de comparecer à prova escrita, gráfica, oral ou de outra forma de avaliação pré-determinada, bem como ao exame final, deverá requerer segunda chamada junto ao Protocolo, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, justificando a ausência e apresentando documento comprobatório, se solicitado.

Parágrafo Único – Caberá ao Diretor de Ensino de Graduação, com base no parecer do professor da disciplina, o deferimento ou não do pedido.

Art. 123 – As notas bimestrais e a média resultante do exame final deverão ser encaminhadas ao setor competente nos prazos fixados pelo calendário escolar.

 

SEÇÃO II

DOS EXAMES FINAIS

Art. 124 – Será concedido exame final ao aluno que, com frequência mínima de 75 (setenta e cinco por cento) obtiver na disciplina, média inferior a 60 (sessenta) e igual ou superior a 40 (quarenta).

Art. 125 – Não haverá exame final nas disciplinas que envolvam conteúdos essencialmente práticos.

§ 1º Além dos estágios supervisionados, os Colegiados de Cursos poderão indicar outras disciplinas que, por sua natureza essencialmente prática, torna impossível ou inadequada a aplicação do exame final, a serem aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

§ 2º A nota mínima de aprovação, nestes casos, deverá ser igual ou superior a 60 sessenta.

 

SEÇÃO III

DA APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO

Art. 126 – Será considerado aprovado, em cada disciplina, sem exame final, o aluno que, cumprir a exigência de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência, obtiver média igual ou superior a 60 (sessenta), resultante da média aritmética das notas atribuídas nos bimestres, passando esta média a constituir sua nota final na disciplina.

Art. 127 – Será considerado aprovado, após o exame final, o aluno que obtiver média final 60 (sessenta), resultante da média aritmética entre a média semestral e a nota do exame final.

Art. 128 – Será considerado reprovado na disciplina o aluno que:

a) tiver média semestral inferior a 40 (quarenta);

b) tiver obtido média semestral inferior a 60 (sessenta), após a realização do exame final;

c) tiver frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento); que podem ser acessados nos links abaixo: [o arquivo está disponibilizado em pdf].

 

Regimento Interno e Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Clique nos títulos para download)

NORMAS GERAIS

1. RESOLUÇÃO Nº 05/2006 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios do Regime de Promoção, das Avaliações Parciais.

2. RESOLUÇÃO Nº 02/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios para revisão de prova

3. RESOLUÇÃO Nº 03/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe a respeito das atividades de Estágio dos Cursos de Licenciatura.

4. RESOLUÇÃO Nº 04/2005 DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.

Dispõe sobre critérios para aluno que perde trabalhos feitos em sala de aula.

O curso de Nutrição do UNICERP foi avaliado pela última vez em 2014. O curso recebeu nota 3, um bom conceito em uma escala de 1 a 5. O MEC esteve in loco, por meio de comissão indicada pelo próprio Ministério da Educação. Os avaliadores analisaram o corpo docente, o projeto pedagógico e a infraestrutura da Instituição, que vem experimentando importantes avanços nos últimos anos.

Fale com a coordenadora do curso, Profa. Daniela Aparecida Ferreira Conrado

Telefone geral: (34) 3839.3737 – Ramal: 268

Secretaria da coordenação: (34) 3839.3710

E-mail: nutricao@unicerp.edu.br

Estágio curricular

A formação do Nutricionista garante o desenvolvimento de estágios curriculares, sob supervisão docente em tempo integral, contando também com a participação de nutricionistas dos locais credenciados.

A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado atinge 20% da carga horária total do Curso de Graduação em Nutrição proposto, com base no Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.

A carga horária do estágio curricular está distribuída equitativamente em, pelo menos, três áreas de atuação: Nutrição Clínica, Nutrição Social e Nutrição em Unidades de Alimentação e Nutrição.

Clique aqui e acesse o arquivo

 

TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)

O TCC é um projeto científico, obrigatoriamente desenvolvido na área das ciências da saúde, de acordo com as linhas de pesquisa definidas no Conselho de Curso e aprovadas pelo Colegiado do Curso. O TCC é composto por um projeto no qual o aluno demonstrará a sua competência para desenvolver pesquisa, aplicar metodologia apropriada, identificar as variáveis e correlacioná-las e, ao final do curso, elaborar o texto de conclusão da pesquisa, a ser apresentado em forma de monografia, segundo as normas do UNICERP e as normas da ABNT.

Clique aqui e acesse o arquivo

  • Alimentação Coletiva
  • Alimentação Escolar
  • Alimentos Funcionais
  • Consultoria Nutricional
  • Educação Nutricional
  • Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição
  • Higiene dos Alimentos
  • Microbiologia dos Alimentos
  • Nutrição Clínica no Adulto
  • Nutrição e Dietética
  • Nutrição e esporte
  • Programas de Alimentação e Nutrição
  • Rotulagem de Alimentos
  • Terapia Nutricional
  • Vigilância Sanitária dos Alimentos

Café com Pão

CFN – Conselho Federal de Nutricionistas

CRN9/MG – Conselho Regional de Nutricionistas da 9ª Região/Minas Gerais

NutrirBem

Pif Paf Alimentos

Prefeitura de Patrocínio

Santa Casa de Patrocínio

Perfil

O Conselho Federal de Nutrição que, nos moldes da Lei 8234/91, regulamenta a profissão de Nutricionista e define suas atividades, recomenda que o Nutricionista deva apresentar, no mínimo, a seguinte qualificação: habilidade para aplicar princípios biológicos e técnicos da Nutrição, da Dietética e de outras ciências a elas relacionadas, com a finalidade de intervir nas situações relativas à alimentação e saúde do indivíduo e da coletividade, priorizando as ações preventivas e de caráter social.

Recomenda ainda que, para o exercício profissional, o nutricionista deve ser preparado para as seguintes habilidades:

1) Intervir, dentro de sua área de competência, nos problemas socioeconômicos e de saúde da população brasileira;

2) administrar programas e serviços da sua área de competência;

3) adequar a linguagem técnico-científica na sua comunicação com os grupos e indivíduos com os quais interage profissionalmente;

4) exercer liderança

5) interagir em grupos multiprofissionais

6) manter postura científica, criativa e ética no exercício profissional.

Também o documento das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição, ao tratar do perfil do formando egresso do Curso de Nutrição aponta que este deve ser o Nutricionista, com formação generalista, humanista e crítica. Além de capacitado a atuar, visando à segurança alimentar e à atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação e a nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e para a prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexão sobre a realidade econômica, política, social e cultural. Buscando a concretização dos objetivos que fundamentam o Projeto Pedagógico do Curso de Nutrição e saindo do nível do discurso, para a realização de ações concretas traduzidas na formação de profissionais com bases sólidas, definiu-se, após várias discussões com os docentes, o perfil profissional do egresso do Curso, que pode ser assim caracterizado:

Competência para atuar na área de saúde, com percepção crítica das realidades social, econômica, cultural e política, capaz de contribuir para a produção de novos conhecimentos da Ciência da Nutrição e aplicá-los na práxis profissional;

Habilidade para aplicar princípios biológicos e técnicos da Nutrição, da Dietética e de outras ciências a elas relacionadas, com a finalidade de intervir nas situações relativas à alimentação e saúde do indivíduo e da coletividade, priorizando as ações preventivas e de caráter social.

Formação generalista: apto para atuar nas quatro principais áreas da Nutrição (institucional, clínica, social e alimentos);

Capacidade de adequar a linguagem técnico-científica na comunicação com os grupos e indivíduos com os quais interage profissionalmente;

Integração com equipes multiprofissionais;

Postura científica, criativa e ética no exercício profissional.

 

Objetivos

Objetivo geral

Formar profissionais preparados para atuar com competência técnica atendendo às mais variadas demandas sociais, éticas, científicas, de conhecimento e cidadania;

Despertar no discente o senso crítico, a consciência social, incentivando-o a participar de pesquisa que vise a inovação e o aprimoramento das técnicas e processos existentes;

Capacitar os egressos a se inserirem na sociedade e no mercado de trabalho de forma competente e transformadora;

Dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, marketing, liderança, administração e gerenciamento de Unidades de Alimentação e Nutrição e educação permanente;

Possibilitar aos discentes por meio de uma formação teórica e prática, a superação do senso comum, viabilizando, desta forma, a construção de um saber que seja instrumento mediador de uma inserção transformadora na sociedade e uma consciência mais crítica da realidade.

 

Objetivos específicos

Promover, manter e/ou recuperar o estado nutricional dos indivíduos e grupos populacionais, de diferentes faixas etárias e momentos fisiológicos, hígidos ou não;

Estimular a participação em projetos de iniciação científica e pesquisa que gerem produção de novos conhecimentos na área da alimentação, nutrição e afins;

Atuar em políticas e programas de educação, segurança e vigilância alimentar, nutricional e sanitária, visando à promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional;

Reconhecer a saúde como direito do cidadão e atuar garantindo a      articulação e a continuidade das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, em todos os níveis de complexidade do sistema;

Realizar diagnósticos e intervenções na área de alimentação e nutrição, considerando os fatores fisiológicos e patológicos, bem como, as influências socioeconômicas e culturais que determinam a disponibilidade, o consumo e a utilização biológica dos alimentos pelo indivíduo e pela população;

Implementar o controle de qualidade no processamento e desenvolvimento de produtos alimentícios, no âmbito industrial e de cozinhas e restaurantes comerciais;

Desenvolver e avaliar novas fórmulas ou produtos alimentares para consumo humano, assegurando melhor qualidade de vida;

Avaliar, diagnosticar e monitorar o estado nutricional; planejar, prescrever, analisar, implementar e supervisionar dietas e suplementos dietéticos para indivíduos sadios e enfermos;

Desenvolver e aplicar conhecimentos sobre a composição, propriedades, transformações dos alimentos e seu aproveitamento pelo organismo humano; planejar, coordenar, executar, avaliar e gerenciar as atividades na área de alimentação e nutrição e de saúde, de coletividades sadias e enfermas, através de trabalho integrado em equipes multiprofissionais.